Teoria e prática no ensino de Design: de onde viemos, onde estamos e para onde vamos? (parte II)

2) As atividades do designer na prática do design

Expressão

Expressar ideias com habilidade e competência mediante uso de técnicas, códigos e linguagens variadas.

Análises e sínteses

Figura 1 - Análises e sínteses no processo de design.
Figura 2 - Análise dos componentes do problema.

Processos gerativos

Figura 3 - Geração de hipóteses.

Produzir sínteses fundadas na análise das variáveis pertinentes ao problema.

Figura 4 - Design de Gringo Cardia (1996) para o álbum “Barulhinho Bom” de Marisa Monte.
Figura 5 - Geração de alternativas.

Articular requisitos do problema a questões econômicas, sociais e ambientais vigentes.

Figura 6 - Cigarrinhos de Chocolate Pan, criados em 1935.

Experimentação

Figura 7 - Experimentação e avaliação da solução proposta.

Pesquisar e avaliar a interação das pessoas com a solução proposta, refinando iterativamente as escolhas de projeto.

Figura 8 - Idas e vindas no processo.

Desenvolvimento contínuo

Figura 9 - Implantação.

Implantar a solução, elaborando mecanismos de tomada de decisão que mantenham a coerência e permitam o desenvolvimento contínuo da proposta.

Transferência

Transferir conhecimentos acumulados em experiências de projeto entre situações isomórficas.

Figura 10 - Transferência de conhecimentos entre situações de projeto isomórficas.

Metadesign, normal e social

Prólogo

  • Instrumentalização do design como mero agregado de métodos e técnicas, ignorando a centralidade das habilidades de expressão e do conhecimento da história da arte e das humanidades para a seleção e condução adequadas de métodos e técnicas disponíveis;
  • Redução da formação a um único “X”, restringindo as oportunidades de transferências entre situações de projeto e empobrecendo o repertório projetual daquele mesmo “X”. A formação ideal deveria ser orientada aos processos e não somente aos produtos da atividade do designer, de maneira que a competência em “X” seja fruto da diversidade de experiências de projeto e não da repetição de técnicas de nicho;
  • Adoção do design normal em detrimento do design social e vice-versa. As tensões entre autoria e participação, objetividade e subjetividade, prestação de serviços e convivência, distância e proximidade são fontes do potencial transformador do design.

A seguir

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Hugo Cristo

Hugo Cristo

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